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Humano mais humano

O humano mais humano é uma investigação abrangente e fascinante de

 

Humano mais humano é uma investigação abrangente e fascinante de como computadores estão nos fazendo repensar o papel da humanidade no século XXI. Brian Christian alinha os avanços da inteligência artificial aos solavancos da interação social para questionar: em uma era de máquinas inteligentes, o que significa ser humano?  Christian usa como fio condutor da trama sua participação no prêmio Loebner, um evento anual em que se aplica o famoso teste de Turing: via texto, jurados conversam simultaneamente com um computador e um humano e, baseados em suas respostas, decidem qual é qual. A máquina que engana mais jurados é consagrada como Computador Mais Humano, e resta ao membro mais convincente da nossa espécie a distinção de Humano Mais Humano - título simbólico que ele foi buscar na cerimônia de 2009. A competição, no entanto, é apenas o ponto de partida para uma jornada em que Christian entrelaça ciência, arte e situações do cotidiano de maneira surpreendente. Mais do que se tornar o “Humano Mais Humano”, a questão é: quando máquinas pensarem, o que vai nos diferenciar delas? É dessa competição que o autor quer que saiamos vencedores.  Este é o livro de estreia de Brian Christian; já traduzido em mais de dez línguas, entrou na lista dos melhores de 2011 dos jornais New York Times,Wall Street JournalBoston Globe, e da prestigiada revista New Yorker.

“Ótimo. Arte e ciência se encontram em uma mente brilhante e a fricção produz faíscas.” - The New Yorker

Formato: Livro

Autor: CHRISTIAN, BRIAN

Tradutor: MOTTA, LAURA TEIXEIRA

Idioma: PORTUGUES

Editora: COMPANHIA DAS LETRAS

Assunto: CIÊNCIAS/FILOSOFIA E HISTÓRIA

ISBN: 8535922229

ISBN-13: 9788535922226

Idioma: PORTUGUES

Encadernação: BROCHURA

Dimensão: 21 X 14 cm

Edição: 1°

Ano de Lançamento: 2013

Número de páginas: 368

O LADO BOM DA VIDA

Ver a vida mudar radicalmente e não se lembrar dos motivos e ações que fizeram isso

 

Ver a vida mudar radicalmente e não se lembrar dos motivos e ações que fizeram isso acontecer. Complicado, né? Pois é, bota complicado nisso. É nesta situação que Pat Peoples, o personagem principal do livro “O Lado Bom da Vida” se encontra. Depois de um tempo internado em um hospital psiquiátrico, ele retorna ao cotidiano para com 30 e poucos anos morar novamente com os pais e tocar a vida sem a sua esposa Nikki e sem o emprego de professor de história. “O Lado Bom da Vida” (“The Silver Linings Playbook”, no original) foi escrito pelo norte-americano Matthew Quick. Lançado nos EUA em 2008, tem a primeira edição no país agora em 2013 através da Editora Intrínseca. Com 256 páginas e tradução de Alexandre Raposo, a obra se transformou em um filme de sucesso pelas mãos do diretor David O. Russell (de “O Vencedor”), com Bradley Cooper, Jennifer Lawrence e Robert De Niro, e concorrerá a 8 estatuetas no Oscar desse ano.

É claro que o livro de estreia de Matthew Quick (outros três já foram publicados, mas permanecem inéditos no Brasil) chega na esteira da adaptação cinematográfica, mas nem por isso deixa de ser bem-vindo. De escrita fácil e usando referências da música, literatura, cinema e esportes, “O Lado Bom da Vida” é um trabalho que passa de maneira suave, porém sem ser ausente, por temas espinhosos como perda, raiva, doenças, violência e culpa, sem deixar de divertir o leitor.

Depois de passar alguns anos internado e imaginar que são apenas alguns meses, Pat Peoples sofre para se reajustar ao mundo. Uma das maneiras que encontra para suportar essa nova vida reside na extrema carga de exercícios físicos que se habituou a cumprir, o que resulta em um corpo completamente diferente daquele que ostentava outrora. Além disso, conta com o amor incondicional da mãe e a paixão pelo tradicional time de futebol americano do Philadelphia Eagles.

O Philadelphia Eagles, aliás, é um coadjuvante fundamental para que a trama se desenvolva e produza ótimas passagens. O time do estado da Pensilvânia faz parte da divisão leste, a mais valiosa da NFC (National Football Conference), que é uma das metades da NFL. Com uma torcida apaixonada serve para conduzir Pat de volta a um estado de normalidade, apesar da tristeza que lhe aflige por não lembrar da segunda ida ao Superbowl em 2004 e a construção de um novo estádio em 2003.

É bom ressaltar que o livro se passa nos anos de 2006 e 2007, logo nesse período citado acima o personagem ainda estava no “lugar ruim”, como ele se refere ao hospital. Esse retorno a sociedade, por assim dizer, esbarra na complexa relação com o pai, que é de poucas palavras e de difícil convivência e nas lembranças que vão surgindo pouco a pouco e fazendo o passado doer com muita potência, por mais que o simpático e carinhoso psiquiatra Cliff Patel, tente amenizá-las.

Pat Peoples tem um medo tremendo correndo nas veias, um medo de sair do lugar imaginário que criou e se apega com tanto afinco e dedicação. É quando Tiffany entra na sua vida, uma cunhada do melhor amigo que passou por uma situação tão difícil quanto a dele. De maneira silenciosa e repleta de passagens incomuns, para não dizer estranhas, Matthew Quick realmente forma nesse ponto a dupla de personagens que de modo desajeitado se apoiará mutuamente.

“O Lado Bom Da Vida” usa diversas fontes para criar uma gangorra delirante de emoções. Indo da canção “Songbird” de Kenny G ao livro “Adeus Às Armas” de Ernest Hemingway ou de “Gonna Fly Now” (tema do filme “Rocky”) ao livro “A Redoma de Vidro” de Sylvia Plath, tudo serve para este fim. E Matthew Quick conduz essa peça de amor e dor com desenvoltura e capricho, utilizando a dualidade do seu personagem principal como fonte para um emocionante livro.

Adriano Mello Costa

Fonte : http://coisapop.blogspot.com.br/

Formato: Livro

Autor: QUICK, MATTHEW

Tradutor: RAPOSO, ALEXANDRE

Idioma: PORTUGUES

Editora: INTRINSECA

Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA - ROMANCES

ISBN: 8580572770

ISBN-13: 9788580572773

Idioma: PORTUGUES

Encadernação: BROCHURA

Dimensão: 23 X 16cm

Edição: 1°

Ano de Lançamento: 2013

Número de páginas: 256

CHICO BUARQUE - HISTORIAS DE CANÇOES

As histórias relacionadas às circunstâncias em que são compostas as canções sempre

 

As histórias relacionadas às circunstâncias em que são compostas as canções sempre despertam muita curiosidade. O cantor e compositor Toquinho afirma que, durante seus shows, esses fatos chegam a fazer mais sucesso do que a própria música. Às vezes, por falta de informação, o próprio povo cria sua interpretação, que nem sempre corresponde aos fatos.

Quem não gostaria de saber pra quem foi feita esta ou aquela canção, quem é a filha dos versos “você não gosta de mim, mas sua filha gosta” ou ainda o “você” de “Apesar de você”? Ou quem são “Carolina”, “Januária”, a “Morena dos Olhos d’água”, “Beatriz” e outras tantas? Como eram as relações do letrista Chico Buarque com parceiros como Vinicius de Moraes e Tom Jobim que tiveram importância fundamental na sua carreira?

Foi pensando nisso que Wagner Homem, curador do site oficial de Chico Buarque, selecionou uma centena de histórias relacionadas às suas composições.

Engraçadas, tristes, reveladoras ou simplesmente curiosas, essas histórias descortinam o universo em que as canções aparecem e os fatos que a elas se ligam.

Num texto enxuto o leitor poderá conhecer não apenas as histórias por trás das canções, mas também (embora não seja o objetivo principal da obra)um pouco da história recente do Brasil e da personalidade, processo criativo e hábitos dos personagens envolvidos.

Formato: Livro

Autor: HOMEM, WAGNER

Idioma: PORTUGUES

Coleção: HISTORIAS DE CANÇOES

Editora: LEYA BRASIL

Assunto: BIOGRAFIAS - MÚSICA

ISBN: 8562936022

ISBN-13: 9788562936029

Idioma: PORTUGUES

Encadernação: BROCHURA

Dimensão: 23 X 16cm

Edição: 1°

Ano de Lançamento: 2009

Número de páginas: 428

O PACIFISTA

Inglaterra, setembro de 1919. Tristan Sadler, vinte e um anos, toma o trem de Londres a Norwich para entregar algumas cartas

 

Inglaterra, setembro de 1919. Tristan Sadler, vinte e um anos, toma o trem de Londres a Norwich para entregar algumas cartas à irmã mais velha de William Bancroft, soldado com quem combateu na Grande Guerra. 
As cartas, porém, não são o verdadeiro motivo da viagem de Tristan. Ele já não suporta o peso de um segredo que carrega no fundo de sua alma, e está desesperado para se livrar desse fardo, revelando tudo a Marian Bancroft. Resta saber se o antigo combatente terá coragem para tanto. 
Enquanto reconta os detalhes sombrios de uma guerra que para ele perdeu o sentido, Tristan fala também de sua amizade com Will, desde o campo de treinamento em Aldershot, onde se encontraram pela primeira vez, até o período que passaram juntos nas trincheiras do norte da França. O leitor testemunha o relato de uma relação intensa e complicada, que proporcionou alegrias e descobertas, mas também foi motivo de muita dor e desespero. 
O pacifista é uma história de amor e de guerra que se insere na tradição do romance Reparação, de Ian McEwan. Nada é o que parece nesta trama envolvente e vigorosa, que revela as consequências de uma vida tragicamente marcada pelo silêncio. Com uma abordagem original e relevante para o nosso tempo, o autor do best-seller internacional O menino do pijama listrado revisita neste romance o universo da guerra, tendo dessa vez como pano de fundo a Primeira Guerra Mundial. Sensível e engenhoso, John Boyne esmiúça um dos capítulos mais traumáticos da história da humanidade pela perspectiva de dois jovens soldados que lutam, acima de tudo, contra a complexidade de suas emoções.


“Poderoso, pungente e maravilhosamente bem escrito.” - The Bookseller
“Cativante desde o primeiro parágrafo.” - The Sunday Times
“Político, pessoal, poderoso... um romance tremendamente questionador, que não se pergunta apenas sobre o que significa ser homem, mas também sobre o que significa ser humano nas circunstâncias extremas da guerra.” -Irish Times
“Um livro maravilhoso, triste, delicado.” - Colm Tóibín, autor de Brooklyn

Formato: Livro

Autor: BOYNE, JOHN

Tradutor: ARAUJO, LUIZ ANTONIO DE

Idioma: PORTUGUES

Editora: COMPANHIA DAS LETRAS

Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA

ISBN: 8535921931

ISBN-13: 9788535921939

Idioma: PORTUGUES

Encadernação: BROCHURA

Dimensão: 21 X 14cm

Edição: 1°

Ano de Lançamento: 2012

Número de páginas: 304

FLUAM, MINHAS LAGRIMAS, DISSE O POLICIAL

No romance "Fluam, minhas lágrimas, disse o policial", Philip K. Dick explora os limites entre percepção e realidade, criando uma

 

No romance "Fluam, minhas lágrimas, disse o policial", Philip K. Dick explora os limites entre percepção e realidade, criando uma impressionante distopia na qual Jason Taverner, um dos apresentadores mais populares da TV, um dia acorda sozinho num quarto de hotel e percebe que tudo mudou; que se tornara um ilustre desconhecido. E pior. Descobre que não há qualquer registro legal de sua existência. Dividido agora entre duas realidades, ele vê-se obrigado a recorrer ao submundo da ilegalidade enquanto tenta reaver seu passado e entender o que de fato aconteceu, dando início a uma estranha busca pela própria identidade. Ao unir à trama desconcertante uma sensível incursão no comportamento e nas emoções humanas, Philip K. Dick prende o leitor e faz desse livro um de seus trabalhos mais comoventes. Escrito em 1974, "Fluam, minhas lágrimas, disse o policial" [Flow My Tears, the Policeman Said] foi publicado pela primeira vez no Brasil nos anos 1980, sob o título Identidade Perdida: O Homem que Virou Ninguém. O livro foi indicado aos prêmios Nebula, em 1974, e Hugo, em 1975, ano em que venceu do prêmio John W. Campbell como melhor romance de ficção cientifica.

Formato: Livro

Autor: DICK, PHILIP K.

Tradutor: HASHIMOTO, LUDIMILA

Idioma: PORTUGUES

Editora: EDITORA ALEPH

Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA - FICÇÃO CIENTÍFICA

ISBN: 8576571307

ISBN-13: 9788576571308

Idioma: PORTUGUES

Encadernação: BROCHURA

Dimensão: 21 X 14cm

Edição: 1°

Ano de Lançamento: 2013

Número de páginas: 256

O amor acaba

Na literatura de Paulo Mendes Campos, a prosa encontra a poesia em sua busca frenética pelo

 

Na literatura de Paulo Mendes Campos, a prosa encontra a poesia em sua busca frenética pelo instante precioso, pela frase iluminadora e pela cena que define o seu supremo amor pela vida - e seu ódio ao tédio. O mineiro de Belo Horizonte radicado no Rio de Janeiro não economiza em seu louvor à beleza e em seu ataque à chatice, ao lugar-comum, ao conservadorismo paralisante. Como diz em “Anatomia do tédio”: “Este talvez seja em nossos dias a poluição do espírito, a poluição global. Nessa cultura estercada é que a torpeza espiritual do homem produz a flor plástica do tédio, embora seja imperativo de verdade reconhecer que suas florações mais visíveis e típicas não ocorram nas favelas e vilas operárias; nos balcões mais altos da sociedade é que vamos encontrar o que um rico poeta americano chamou o enfado celestial dos apartamentos”. Usando a técnica enumerativa - em que o sujeito X é coalhado de adjetivos Y -, em “Da arte de ser infeliz” PMC estabelece o primado do homem medíocre: “Sua psicologia: todo homem tem seu preço. Sua economia: poupar os tostões. Sociologia: o povo não sabe o que quer. Filosofia: o seguro morreu de velho. O homem perfeitamente infeliz ama os seus de um amor incômodo ou francamente insuportável”, ensina. 
Mas nem tudo, ou melhor, quase nada é rancor nesta escrita ligeira, clara e sem nada de solene. Contraditoriamente ao título, em O amor acabaPaulo Mendes Campos demonstra como o lirismo pode começar em qualquer lugar - basta ter olhos para ver a beleza em um bar, em um decote, em um andar, na forma como se desperta em um domingo.
Como observa o professor da USP Ivan Marques no posfácio à edição de O amor acaba, “Paulo Mendes Campos ajudou a alargar os limites do gênero. Para ele, de fato, crônica podia ser tudo: tanto as digressões líricas e cômicas como as páginas de reflexão dedicadas à condição humana, às novidades do mundo moderno, às descobertas científicas e antropológicas etc. Leitor cultíssimo e atualizado, o cronista-ensaísta tem alma de pesquisador, vocação para inventar teorias e disposição para pensar sobre tudo [...]”.

Formato: Livro

Autor: CAMPOS, PAULO MENDES

Idioma: PORTUGUES

Editora: COMPANHIA DAS LETRAS

Assunto: LITERATURA BRASILEIRA - CONTOS E CRÔNICAS

ISBN: 8535922407

ISBN-13: 9788535922400

Idioma: PORTUGUES

Encadernação: BROCHURA

Dimensão: 21 X 13,7cm

Edição: 1°

Ano de Lançamento: 2013

Número de páginas: 288

Poesia 1930-62 - Edição crítica

Autor : Carlos Drummond de Andrade/ Poesia 1930-62 constitui o que se chama de “edição crítica”, do interesse de todos os que desejam se aprofundar na obra...

 

O livro Poesia (1930-62) reúne os dez primeiros títulos da obra poética de Carlos Drummond de Andrade. No arco que vai de Alguma poesia (1930) a Lição de coisas (1962), consensualmente a parte mais importante da sua obra, o poeta mineiro afirmou uma voz própria, tornando-se um paradigma na literatura brasileira.

Esta edição parte do pressuposto de que a obra do Drummond merece o tratamento reservado aos clássicos. Apresenta o resultado de cerca de dez anos de trabalho da equipe de pesquisadores coordenada por Júlio Castañon Guimarães, da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, instituição que abriga o arquivo do poeta. Este trabalho teve como objetivo o estabelecimento fiel dos textos dos poemas, com base no cotejo exaustivo de originais preservados, da localização de versões publicadas em 80 jornais e revistas de época em 15 cidades brasileiras, bem como das sucessivas reedições da obra de Drummond.

Poesia 1930-62 constitui o que se chama de “edição crítica”, do interesse de todos os que desejam se aprofundar na obra do poeta, sem deixar de ser útil ao leitor comum. Através do levantamento das variantes, organizadas nas notas de rodapé, é possível reconstituir elementos do processo criativo que levou às versões finais de cada poema. Outros dados levantados pela pesquisa nos arquivos, tais como local, data, tipo de publicação, assinaturas sob pseudônimo, permitem reconstituir, com riqueza de detalhes, o contexto em que os textos vieram à luz. Como complemento, a edição traz reproduções de originais e de versões corrigidas pelo autor além de dez resenhas de época. Na literatura brasileira, até o momento, apenas a obra de Machado de Assis tinha sido objeto de cuidados filológicos como os desta edição.

Títulos reunidos: Alguma poesia (1930) Brejo das almas (1934) Sentimento do mundo (1940) José (1942) A rosa do povo (1945) Novos poemas (1948) Claro enigma (1951) Fazendeiro do ar (1954) A vida passada a limpo (1959) Lição de coisas (1962).

POESIA 1930-62 - EDIÇAO CRITICA

Formato: Livro

Autor: ANDRADE, CARLOS DRUMMOND DE

Organizador: CASTANON, JULIO

Editora: COSAC NAIFY

Assunto: LITERATURA BRASILEIRA - POESIA

ISBN: 854050183x

ISBN-13: 9788540501836

Idioma: português

Encadernação: Brochura

Dimensão: 18,7 x 26,3 cm

Peso: 1,560 kg

Edição:

Ano de Lançamento: 2012

Número de páginas: 1016

Os colegas de Anne Frank

Todos os anos, no dia da lembrança das vítimas do Holocausto – o Yom HaShoá –, Theo Coster era convidado à escola...

 

O reencontro dos sobreviventes do Liceu Judaico

“Este livro apresenta aos leitores um grupo pessoas notáveis que se lembram de Anne Frank como vaidosa e generosa, simples e criativa, rebelde e precoce. Ao mostrar como as circunstâncias fizeram as crianças amadurecerem rapidamente, o livro se torna um tributo à capacidade de superação do ser humano.” — Jewish Book World

Todos os anos, no dia da lembrança das vítimas do Holocausto – o Yom HaShoá –, Theo Coster era convidado à escola dos netos para contar como sobreviveu à Segunda Guerra Mundial. Ex-aluno do Liceu Judaico de Amsterdã e colega de classe de Anne Frank, a jovem que foi um dos maiores mártires do Holocausto, Theo decidiu fazer um documentário contando sua história e a dos alunos que também sobreviveram.

Ele conseguiu encontrar cinco colegas, que, depois de mais de sessenta anos, vivem em diferentes partes do mundo e têm como elo o passado no Liceu Judaico e a colega Anne Frank – cujo diário se tornou uma das maiores referências sobre as mazelas da população judaica europeia no Holocausto. Entre eles está Nanette Konig, colega de Anne no Liceu e no campo de concentração de Bergen-Belsen, e que atualmente reside em São Paulo.

No encontro que serviu de base para o filme e o subsequente livro, os tempos de escola foram lembrados pelos ex-alunos, assim como os assuntos mais dolorosos, como o início do horror que viveriam e o gradual esvaziamento da turma. Os colegas do Liceu rememoram mais de 60 anos de história. Nessa conversa, estão as memórias do passado de guerra, as dificuldades que enfrentaram e a relação que tinham com Anne Frank.

Inteligente, rebelde e precoce, Anne foi apenas uma das alunas que começou a desaparecer da sala de aula do Liceu Judaico, em 1941. Ela estava entre outras quinhentas crianças que os nazistas segregaram do resto da população holandesa. O destino de Anne é conhecido, mas e o dos outros estudantes que, a cada semana, deixavam a sala de aula mais vazia?

Suas histórias de sobrevivência mostram o quão diversos foram os destinos dos judeus perseguidos, como a sorte era um fator vital e como o fim da guerra não significou o fim do sofrimento. Anne Frank, que parou de frequentar as aulas no meio do ano letivo, está sempre presente nas lembranças de todos os que conviveram com ela. Reunidos, seus colegas revelam outra face da jovem: a estudante pré-guerra.

Transformado o encontro também em livro, Os colegas de Anne Frank é um relato emocionante e surpreendente desses seis ex-alunos sobreviventes. Nele, Theo Coster revela não somente uma nova face de Anne Frank que não constava em seu diário, mas também histórias de ingenuidade e luta pela sobrevivência durante o duro período da Segunda Guerra Mundial.

COLEGAS DE ANNE FRANK, OS
O REENCONTRO DOS SOBREVIVENTES DO LICEU JUDAICO

Formato: Livro

Autor: COSTER, THEO

Tradutor: AMARAL, CRISTIANO ZWIESELE DO

Editora: OBJETIVA

Assunto: BIOGRAFIAS/AUTOBIOGRAFIAS/DIÁRIOS/MEMÓRIAS/CARTAS

ISBN: 8539003686

ISBN-13: 9788539003686

Idioma: português

Encadernação: Brochura

Dimensão: 21 x 14 cm

Edição:

Ano de Lançamento: 2012

Número de páginas: 200

Diálogos impossíveis

Nas crônicas reunidas neste volume, Luis Fernando Verissimo escreve sobre impossibilidade, incomunicabilidade e...

 

Drácula e Batman discutem no asilo. Robespierre tenta subornar o carrasco. Goya e Picasso conversam sob o sol da Côte d’Azur. Juvenal planeja matar a mulher, Marinei, que o despreza. A recém-casada Heleninha pede conselhos ao urso de pelúcia.

Qual um existencialista dotado de senso de humor, Verissimo persegue em suas crônicas o absurdo que marca a existência humana – salvo engano, a única que se preocupa com o seu propósito, o seu término e se alguém está falando demais na hora do pôquer. Em nenhum momento essa maldição se torna mais evidente do que na hora em que o homem abre a boca. Então, o que era para comunicar acaba é “estrumbicando”.

Tais constatações podem ser verificadas em seu novo livro, Diálogos impossíveis, seja no diálogo imaginário de Don Juan tentando seduzir a própria Morte ou na conversa cotidiana de um casal que se desentende na hora de dormir. Tanto faz. O homem – e, sejamos igualitários, a mulher – parece falar o que não deve e calar no fundamental. Para sorte do leitor, Verissimo está sempre por perto, registrando os hilariantes momentos em que o ser humano exerce sua vocação para a confusão:

– Não somos muito diferentes – diz Drácula.

– Somos completamente diferentes! – rebate Batman. – Eu sou o Bem, você é o Mal. Eu salvava as pessoas, você chupava o seu sangue e as transformava em vampiros como você. Somos opostos.

– E no entanto – volta Drácula com um sorriso, mostrando os caninos de fantasia – somos, os dois, homens-morcegos...

Batman come o resto do seu iogurte sob o olhar cobiçoso do conde.

– A diferença é que eu escolhi o morcego como modelo. Foi uma decisão artística, estética, autônoma.

– E estranha – diz Drácula. – Por que morcego? Eu tenho a desculpa de que não foi uma escolha, foi uma danação genética. Mas você?

 

Nas crônicas reunidas neste volume, Luis Fernando Verissimo escreve sobre impossibilidade, incomunicabilidade e mal-entendidos. Escreve, enfim, sobre a vida.

DIALOGOS IMPOSSIVEIS

Formato: Livro

Autor: VERISSIMO, LUIS FERNANDO

Editora: OBJETIVA

Assunto: LITERATURA BRASILEIRA - CONTOS E CRÔNICAS

ISBN: 8539004135

ISBN-13: 9788539004133

Idioma: português

Encadernação: Brochura

Dimensão: 23 x 15 cm

Peso: 0,268 kg

Edição:

Ano de Lançamento: 2012

Número de páginas: 176

Fora da lei

Os autores, reconhecidos pela qualidade literária de suas obras destinadas aos adultos, não subestimam o jovem leitor. Em tempos de...

 

O título é de perder o fôlego: Foras da lei barulhentos, bolhas raivosas e algumas outras coisas que não são tão sinistras, quem sabe, dependendo de como você se sente quanto alugares que somem, celulares extraviados, seres vindos do espaço, pais que desaparecem no Peru, um homem chamado Lars Farf e outra história que não conseguimos acabar, de modo que talvez você possa quebrar esse galho
O mesmo vale para a seleção dos autores, alguns dos mais celebrados escritores contemporâneos de língua inglesa, entre os quais Neil Gaiman, Nick Hornby, Jonathan Safran Foer, Jeanne DuPrau e Lemony Snicket. Uma compilação de onze contos, cada um ilustrado por um artista diferente, entreos quais vale destacar Barry Blitt (já criou vinte capas da revista New Yorker), Lane Smith (de A verdadeira história dos três porquinhos, de Jon Scieska), David Heatley (colaborador do jornal The New York Times) e Peter de Sève (criador dos personagens da animação "A era do gelo"). Em comum, as histórias trazem um quê de estranhamento do mundo, com inocência infantil. Os autores, reconhecidos pela qualidade literária de suas obras destinadas aos adultos, não subestimam o jovem leitor. Em tempos de literatura enlatada, isso é, sem dúvida, o que faz deste livro algo tão sinistro.

FORAS DA LEI

Formato: Livro

Autor: VARIOS AUTORES

Tradutor: JAHN, HELOISA

Editora: COSAC NAIFY

Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA - CONTOS E CRÔNICAS

ISBN: 8540502216

ISBN-13: 9788540502215

Idioma: português

Encadernação: Brochura

Dimensão: 21 x 14 cm

Peso: 0,430 kg

Edição:

Ano de Lançamento: 2012

Número de páginas: 224

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